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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Bailarina dá aulas de dança para filhas de viciados em crack

Em 2010, Karen Ribeiro comprou sapatilhas e cedeu o espaço de sua escola nos Jardins para montar um classe com dez meninas. Hoje elas são cinquenta

14.mar.2014 por Catharina Nakashima
Fazia alguns minutos que a aula de balé havia começado quando uma aluna de 10 anos notou algo no bolso da mochila da professora Karen Ribeiro e comentou: “Uma vez, meu pai comprou isso aqui”. Apontava para um tubo de pasta de dentes. A menina é uma das cinquenta filhas de viciados em crack que, dois dias por semana, ocupam a escola de dança Ballet Adulto KR, nos Jardins, a fim de treinar passos clássicos. A cena da pasta de dentes comoveu Karen, que, depois disso, começou a distribuir kits de higiene pessoal às aprendizes. Membros de famílias desestruturadas, elas passam por privações e, em alguns casos, foram abusadas sexualmente. Chegam arredias e demoram para incorporar a delicadeza dos movimentos, aceitar um abraço e a falar “obrigada”.“Tento dar a elas a possibilidade de começara sonhar”, diz a instrutora.
Tudo teve início em 2010, por sugestão de uma aluna evangélica dos cursos regulares da Ballet Adulto KR. Karen gostou da prosposta , adquiriu as sapatilhas e passou a dar aulas para dez meninas. Hoje, com a turma quintuplicada, ela custeia o salário de uma professora e a renovação dos uniformes. E também sonha: “Quero criar um instituto e formar uma bailarina profissional”. Todo fim de ano elas apresentam um espetáculo. Recentemente, as garotas viram de perto a São Paulo Cia. de Dança.

A própria Karen divide com as pupilas sua história de superação. Ao nascer, há 37 anos, em São José dos Campos, os médicos disseram que possivelmente ela nunca conseguiria andar, devido a um problema congênito na perna direita. Aos 2 anos, quando só caminhava com bota ortopédica e fazia uma dolorosa fisioterapia, foi levada pelo pai a uma aula de balé. Na mesma hora tirou o calçado especial e deu os primeiros passos. Formada e morando na capital, em 2009 fundou a Ballet Adulto KR. As alunas foram contaminadas pela missão e se uniram com o intuito de doar o piso apropriado para um endereço mais amplo na Santa Cecília, que passaráa abrigar o projeto dentro de algumas semanas( o contato para ajudar é ☎ 38844430). O imóvel, cedido por um policial, ganhou espelhos bancados por Karen e será batizado de Casa dos Sonhos.

Fonte : http://vejasp.abril.com.br/materia/bailarina-da-aulas-de-danca-para-filhas-de-viciados-em-crack

sábado, 31 de agosto de 2013

Jazz

O jazz Dance é uma das mais importantes formas de se expressar artísticamente, recebendo modos de diversos outros estilos e princípios técnicos do ballet e dança contemporânea.
Possuindo outras variações como: Modern Jazz Dance, Soul Jazz, Rock Jazz, Street Jazz, Feeling Jazz, Popular Jazz, Free Style entre outras.
O Jazz é uma forma de expressão pessoal criada e sustentada pelo improviso. Dizem que a origem da Dança Jazz tem raízes essencialmente populares. Com uma evolução inicial paralela à da música Jazz, surgiu nos E.U.A no fim do século passado. Podendo-se dizer que nasceu da cultura negra.
História do Jazz Dance No início, nas viagens dos navios negreiros da África para os Estados Unidos, os negros que não morriam de doenças eram obrigados a dançar para manterem a saúde. As danças tradicionais dos senhores brancos eram as mais polcas, as valsas e as quadrilhas, e os negros os imitavam para ridicularizá-los, mas dançavam de acordo com a visão que tinham de sua cultura européia, e misturando um pouco com as danças que conheciam, utilizando instrumentos de sua cultura. Dessa forma, surgiu o jazz, que era uma mistura da imitação dos ritmos europeus com os costumes naturais dos negros.
Em 1325, os tambores foram proibidos no sul dos Estados Unidos para evitar insurreições (revoltas) dos negros. Assim, para executar suas danças, eles foram obrigados a improvisar com outras formas de som, como palmas, sapateados, e o banjo. Mais uma vez, a dança dos negros dava um salto, aproximando ainda mais com o jazz que nós conhecemos atualmente.
No início deste século, as danças afro-americanas começaram a entrar para os salões, e a sofrer novas influências: do can-can e do charleston, principalmente. Logo, essa dança que se pode até chamar de "mista", tomou conta dos palcos da Broadway, se transformando na conhecida comédia musical que, por volta sua vez, é o segundo nome dado à dança mais conhecida como jazz.
Modern Jazz Dance, Sout Jazz, Rock Jazz, Discou Jazz, Freet Style e Jazz, são algumas das designações que hoje em dia vão sendo utilizadas para denominar os numerosos aspectos de que se reveste esta forma de expressão artística. No Brasil além destas outras designações, a generalização, tem sido freqüentemente exagerada a ponto de considerar determinadas formas de ginástica ou atividade física, englobadas no mesmo terno.
Jack Cole, é por alguns considerado o pai da dança Jazz, foi um dos primeiros a interagir fundamentos da Dança Moderna e sua técnica de isolamento das partes do corpo. Sua técnica viria a influenciar toda uma geração como Matt Mattox, entre outros. O jazz tem certas características marcantes, incluindo a isolação, uma explosão de energia que se irradia dos quadris e um ritmo pulsante que dá o balanço certo e a qualidade do movimento. O comentário artístico e crítico, entretanto, geralmente acha o jazz uma dança de pouco valor coreográfico, por ser uma mistura de vários estilos pessoais derivados de um processo de improvisação, que organizados formam uma coreografia.
As diferentes técnicas do Jazz, tem demonstrado que muitos princípios foram herdados do Ballet Clássico e da Dança Moderna, e alguns professores tem divulgado e desenvolvido seus métodos de fundamentação técnica para a formação de bailarinos cada vez mais ecléticos. Poucos sabem qual será o futuro e suas novas influências, mas o que se pode afirmar é que até hoje, o Jazz tem sido uma das formas mais importantes da expressão artística.
Uma notável coreógrafa a contribuir para o Jazz dance foi Katherine Dunham.

Mudando de assunto: Street Dance

Em 1967, o DJ Kool Herc lançou essa dança através do Funk (não confundir com o funk carioca.).
O Breaking, uma das vertentes dos Street Dances, explodiu nos EUA em 1981 e se expandiu mundialmente. No Brasil, os dançarinos incorporaram novos elementos à dança.
Existem dois tipos de street dance qual são novos, talvez exoticos:
  1. Street dances vinculada a Cultura Hip Hop, grupos ou crews;
  2. Street dances vinculada às academias e estúdios de dança.
No Chile há uma variedade enorme de estilos. Em janeiro de 1991, a dança de rua começou aqui no nosso país. Ela foi introduzida na cidade de Santos, pelo coreógrafo Marcelo Cirino, que idealizou um novo estilo,com um trabalho de pesquisa desde 1982 e foi incorporado elementos da nossa cultura criando assim a dança de rua Brasileira.
Podemos caracterizar o Street Dance como:
  • Um trabalho de coordenação motora com ritmo e musicalidade..
  • Um ritmo,onde se dá mais atenção aos movimentos fortes e enérgicos executados pelos braços, pernas, movimentos acrobáticos coreografados, saltos e saltos mortais.
  • Uma dança com maioria de dançarinos homens, porém hoje encontra-se um maior espaço para as mulheres.
  • São usadas músicas que tenham batidas fortes e marcantes,algumas músicas eletrônicas e em geral músicas cantadas em cima dos breakbeats.
O Street Dance quando vinculada ao movimento Hip Hop (Hip do inglês - quadril; Hop - pulo) toma um outro sentido na história e em sua formação.
Existem vários estilos de dança dentro do Hip Hop, tais como:
  1. Breaking;
  2. Popping;
  3. Locking;
  4. Krumping;
  5. Waacking;
  6. House Dance;
  7. Vogue;
  8. Street Jazz ou Jazz-Funk;
  9. Stilleto;
  10. Funk Carioca
  11. Smurf Dance
  12. Freehand Glowsticking
  13. Disco
  14. Waving
  15. Ticking
  16. Body Waving
  17. Windmill
  18. Freestep
  19. Melbourne Shuffle
  20. Tecktonik
  21. Hardstyle
  22. Jumpstyle
  23. PSY Rebolation
  24. New Style
  25. Hip Hop;
  26. Sensualize;
O Hip Hop Dance é a união de todas as social dances. O "Break Beat" é a batida de fundo repetitiva muito conhecida pelos Mcs em seus shows. Os Djs tocam a música e os dançarinos (b.boys ou b.girls) dançam nessa batida da música.
Difere-se do Hip Hop Dance, que utiliza-se das danças sociais conhecidas, como Harlem Shake, Happy Feet, Monastery e etc. Em outras palavras, o Hip Hop é um estilo de dança mais dinâmico, já que veio de outras danças sociais.
Uma das grandes características vinculada ao Hip Hop é a improvisação e a mistura de linguagens como encenação teatral, Tem o seu nascimento nos Estados Unidos (o leste e o oeste norte americano têm expoentes diferentes de estilos e de representantes).
A partir de 1984, foi iniciada a manifestação do Hip Hop Dance, com o precursor Buddha Stretch, junto com seu grupo Elite Force Crew. Stretch também foi o primeiro coreógrafo na cidade de Nova Iorque a ministrar uma aula de Hip Hop na consagrada BROADWAY DANCE CENTER...

sábado, 27 de julho de 2013

Ponteiras

As ponteiras são acessórios muito importantes para quem usa a sapatilha de ponta.As mais procuradas são:

Ponteira de silicone: É ideal para quem já está num nível mais avançado, mais ou menos depois de uns 6 meses de uso da ponta.                                 














Ponteira de pano: É ideal para as iniciantes, pois ameniza a dor.                                     

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Ser bailarina...













Ser bailarina é tocar o céu com as pontas dos pés,
Caminhar com as palmas das mãos nas nuvens.
É ter o pé calejado da sapatilha,
Os dedos machucados da ponta.
Ser bailarina(o) é ter o corpo de mola,
É planar no palco a cada salto, encantar a platéia com as piruetas,
É desafiar os jurados.
Ter vocabulário e moda própria,
Contar todas as músicas a partir do 5,
É comer o que não pode e ter medo engordar.
Ser bailarina é ter maquiagem brilhante,
É trocar de roupa sem vergonha no camarim
É ter penteados extravagantes e figurinos deslumbrantes.
Ser bailarina(o) é desejar um segundo a mais na coreografia,
É enfrentar o medo de um solo clássico,
É chorar de alegria, de alívio, de decepção.
Ser bailarina(o) é levar a família inteira ao teatro,
Ouvir a música com a alma, dançar como se estivesse sozinha(o) no quarto.
Ser bailarina(o) é ser muito mais que um ser humano comum,
É ter um toque a mais de divindade em cada passo.
Buscar a perfeição a cada posição,
É viver a vida amando a arte única de dançar como se fosse a primeira vez.